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Giro de Noticias

 Pais fazem ensaio fotográfico para incentivar ao ato da adoção no Amapá

Grupo de pais adotivos quer mostrar que adotar é um ato de amor e não de caridade. Sessão de fotos ocorreu no sábado (17) na Fortaleza São José de Macapá. Ensaio fotográfico pretende incentivar ao ato da adoção no Amapá Rita Torrinha/G1 Tendo como cenário a Fortaleza de São José de Macapá, um grupo de pais adotivos promoveu um ensaio fotográfico com o intuito de sensibilizar para a causa da adoção no Amapá. Eles querem mostrar a necessidade de modificar a cultura da adoção, de modo a favorecer as crianças que esperam por uma família em abrigos. As fotografias serão usadas ao longo do ano em atividades e encontros. Os registros foram feitos por três fotógrafos cedidos pelo Tribunal de Justiça do Amapá e ocorreu no sábado (17) com a participação de mais de 60 voluntários da Sociedade Amapaense de Apoio à Adoção (Saad). São pais que querem declarar que adotar uma criança ou jovem é um ato exclusivamente de amor e não de caridade. “Não adotamos por caridade, mas por amor. Precisamos mais deles do que eles de nós, é assim que pensamos e sentimos. Quando você faz por caridade, faz um dia, dois, depois cansa, por amor não, é para sempre e envolve laços de família. Eles são nossos filhos legítimos”, expressa emocionada Ana Carolina Cruz, que tem 5 filhos, sendo 3 biológicos e 2 adotivos, Guilherme, de 3 anos e uma menina que está em processo de adoção. Família de Ana Carolina Cruz, os três filhos maiores são biológicos e o Guilherme, de 3 anos, é filho legítimo do coração e da doção Rita Torrinha/G1 Katiane Figueira é a presidente do grupo e ela conta que o trabalho é para proporcionar encontros. Ela própria não se imaginava mãe adotiva, mas o conceito mudou quando Nikolas Benjamin, de 3 anos, entrou na vida dela e do marido. “Nunca tive nenhum contato com a adoção, mas a ideia surgiu na minha vida e do meu marido, nos cadastramos, ficamos na fila de espera no cadastro nacional e quando meu filho foi colocado em meus braços, aos 10 meses de vida, eu senti como se minha bolsa tivesse estourado”, conta. Katiane menciona que a espera gera expectativa e tem crianças que podem esperar por anos em abrigos por conta da burocracia, mas também, muitas vezes, porque o perfil exigido pelos pais adotivos não representa a realidade das crianças que estão nos abrigos. A maioria quer bebês, por isso, outra meta da campanha é chamar a atenção para a adoção tardia, de crianças acima dos três anos. Katiane Figueira e Nikolas Benjamin Rita Torrinha/G1 A enfermeira Eunice Ramos e a auxiliar de produção Maiara Pereira aguardaram um ano na fila pela nova membro da família. Elas eram companheiras quando adotaram Maynara Sofia, que hoje tem 3 anos. Mas, mesmo depois de separadas, a filha recebe cuidados, atenção e amor das duas mães. “O amor que reservamos para a Sofia é infinito. Eu conheci a mãe biológica dela no hospital e ela disse que ia abandonar a Sofia, a partir daí eu quis ficar com ela e decidi junto com Maiara que iríamos lutar por ela. Foi um longo processo judicial, mas valeu a pena. Sofia é um laço de amor, veio pelo amor e vamos continuar criando com amor. A gente compartilha tudo, cada momento dela”, relata Eunice. Eunice Ramos da Cruz (em primeiro plano), Maiara Pereira e a pequena Maynara Sofia Ramos da Cruz Rita Torrinha/G1 A enfermeira cita que o principal medo das pessoas em relação à adoção tem a ver com a maioria das crianças serem frutos de famílias desestruturadas, de mães que foram violentada, que são usuárias de drogas ou que vivem no mundo da prostituição. “Isso gera medo, mas eu penso que a criação é que vai definir o caráter do seu filho. Filhos biológicos também dão trabalho. A criança é o que você ensina e dá a ela. Se você der amor, ela retribui com amor. Eu sei que a minha filha vai ser uma grande mulher e vai poder traçar o caminho que ela escolher”, ressalta. No Amapá, até junho do ano passado, 56 crianças e adolescentes estavam disponíveis para 190 famílias cadastradas como pretendentes, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção. No país, são mais de 7 mil crianças aguardando um encontro e quase 40 mil famílias que desejam adotar. Adoção não é um ato de caridade, mas de amor Rita Torrinha Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.
 Novo prazo da pré-matrícula de alunos da rede estadual do AP inicia na segunda, 19

Processo on-line para seleção de escolas públicas será para Macapá e Santana. Vagas são voltadas também para quem não fez a chamada escolar ou a pré-matrícula Jéssica Alves/G1 A partir das 10h, de segunda-feira (19), tem início o novo prazo para o preenchimento das vagas remanescentes para a pré-matrícula das escolas da rede estadual de Macapá e Santana. O processo deverá ser feito exclusivamente pela web. Nesta etapa, os pais ou responsáveis de alunos deverão acessar o site www.escolapublica.ap.gov.br para confirmarem a pré-matrícula. Em seguida, para ter a vaga confirmada, o interessado deverá fazer a entrega dos documentos necessários na instituição escolhida em até 48 horas. Para fazer a matrícula do estudante, é preciso apresentar nas escolas, as originais e cópias da certidão de nascimento, CPF, RG, histórico escolar ou ressalva, comprovante de residência, cartão de vacinas atualizado e carteira do SUS, além de foto 3x4 e classificador. A entrega acontece nos horários de 8h às 11h30 e das 14h às 17h30. Ailton Guedes, coordenador de educação básica, afirma que os problemas com acesso ao sistema não se repetirão nesta etapa. "Tivemos dois problemas, em uma máquina e o outro é com relação ao grande fluxo de procura para determinadas vagas. Isso deixou lento o sistema", comentou. As vagas por escola são limitadas e serão preenchidas por ordem de procura no site. Elas são voltadas também para quem não fez a chamada escolar ou a pré-matrícula. Alunos de 271 escolas da rede estadual iniciam as aulas na segunda-feira, já as instituições de ensino integral, começam somente em março. *Com informações da Rede Amazônica Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.
 Unidades de saúde em cidade do AP não oferecem nem exames de sangue, diz MP

Problemas em Tartarugalzinho foram constatados pelo Ministério Público em inspeção. Sesa diz que compra de equipamentos está em licitação e Seinf elabora projeto de reforma. Unidade Mista de Saúde de Tartarugalzinho foi inspecionada pelo MP-AP na sexta-feira (26) MP-AP/Divulgação Ausência de equipamentos para a realização de exames de sangue, instalações antigas e falta de médicos especialistas são alguns dos problemas constatados durante inspeções feitas pelo Ministério Público do Amapá (MP-AP), nas unidades de saúde de Tartarugalzinho, município a 230 quilômetros de Macapá. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou, por meio de nota, que está em fase de licitação da compra de material e equipamentos para a realização de exames de sangue para pacientes internados na Unidade Mista de Saúde (UMS) de Tartarugalzinho. Com relação a falta de médicos especialistas, a Sesa reitera que se trata de uma carência nacional. Diante disso, a secretaria criou um fluxo de atendimento, no qual encaminha o paciente, com a consulta marcada, ao Hospital de Clínicas Alberto Lima, na capital. Em relação a estrutura física, a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf) informou que já esteve no local e trabalha, em conjunto com a Sesa, no projeto de reforma da unidade de saúde. O G1 tenta contato com a prefeitura de Tartarugalzinho, mas até a última atualização desta reportagem não houve retorno. As inspeções foram realizadas na sexta-feira (16), na UMS de Tartarugalzinho e na Unidade Básica de Saúde (UBS) José Alves Meireles. O trabalho foi coordenado pelo promotor Hélio Paulo Santos Furtado. Durante as inspeções, os problemas estruturais, demanda de material e de profissionais foram constatados nas duas unidades da cidade. O MP apontou a falta de equipamentos para a realização de exames de sangue na Unidade Mista, como a deficiência mais grave no sistema de saúde do município. "Ao concluirmos a diligência, entendemos que é urgente e imprescindível que as mazelas constatadas no Sistema de Saúde de Tartarugalzinho sejam sanadas", enfatizou o promotor. O relatório da inspeção será juntado em um inquérito civil público para adoção de medidas necessárias com vistas à amenização do sofrimento dos usuários do sistema de saúde do município. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.
 Diarista anuncia venda de cabelo na web para comprar material escolar dos filhos

Sem emprego fixo, a amapaense Marilda Lobato conta que passa dificuldades para sustentar a casa. Em Macapá, Marilda Lobato anunciou o cabelo à venda nas redes sociais para comprar material escolar para os quatro filhos Jorge Abreu/G1 Após ser demitida do emprego de doméstica, Marilda Lobato, de 36 anos, se viu desesperada diante das contas. A mulher chamou a atenção de internautas ao anunciar a venda do próprio cabelo nas redes sociais para comprar material escolar para os quatro filhos que moram com ela, em Macapá. “Estou há dois meses desempregada e tenho quatro filhos para criar. A situação está difícil e cada vez mais as coisas ficam mais caras. E no momento de desespero, vender meu cabelo foi a forma que achei para tentar conseguir algum dinheiro”, relatou. Postagem oferta três palmos de cabelo no valor de R$ 500 Facebook/Reprodução A postagem foi feita no dia 15 de fevereiro, em diferentes grupos de vendas no Facebook. Ela pretente vender três palmos de cabelo por R$ 500. Em uma das publicações o alcance teve mais de mil reações e 370 compartilhamentos, até a última atualização desta reportagem. Marilda não é mais casada com o pai dos filhos: João Vitor, 16 anos; Janaína, de 14; Juliana, de 12, e José Vinícius, de 10. Ela tem sustentado a casa fazendo diárias e com a ajuda do atual marido, que recebe um salário-mínimo. A amapaense conta que recebeu muitas mensagens de apoio de internautas, mas também críticas que a deixaram abalada. Apesar dessa situação, Marilda ressalta que tem a força da família para continuar sonhando com uma vida melhor. “Já fui muito criticada por pessoas que não conhecem a minha situação. Falaram que era apenas para chamar a atenção. Eu não disse pra ninguém sobre essa escolha. Meu marido até se assustou quando viu. Mas, no momento de dificuldade, meus filhos são minha prioridade”, disse Marilda. Diarista destaca que se preocupa com o futuro dos filhos Jorge Abreu/G1 A diarista comenta que não corta o cabelo há dois anos e o mantém livre de químicas. Segundo ela, voltar a ter mechas mais curtas é dos sacrifícios que vai fazer para ajudar na educação dos filhos. “Eu abri mãos de muitas coisas pelos meus filhos, uma delas foi o estudo. Mas eu quero que eles tenham educação e um bom futuro pela frente. Meu objetivo é que tenham orgulho das coisas que fiz por cada um. Só quero o bem deles”, continuou. A família mora de aluguel em uma área de periferia localizada no bairro Pedrinhas, Zona Sul. Aluguel, comida, roupas e outras despesas têm sido preocupações que tiram o sono de Marilda. Para ela, a formação dos filhos é o que pode trazer uma melhoria para todos. “Tenho aluguel e muitas contas para pagar. Não tenho vergonha de falar que já passei fome, mas jamais vou abandonar meus filhos. Deus me deu o privilégio de me dá eles para cuidar, então é o que vou fazer enquanto eu tiver saúde”, finalizou a diarista. Familia mora de aluguel em uma áera de periferia, no bairro Pedrinhas, Zona Sul Jorge Abreu/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081
 MP ajuíza ação para retorno de passe livre para doadores de sangue no Amapá

Gratuidade está suspensa desde outubro de 2017, de acordo com denúncias feitas ao órgão. Setap informou que analisa possibilidades com equipe jurídica. Gratuidade para doadores de sangue no Amapá foi suspensa em outubro de 2017 Jéssica Alves/G1 Após 4 meses de benefício suspenso, o Ministério Público do Estado do Amapá (MPE) ajuizou uma ação civil pública pedindo o retorno do passe livre para doadores de sangue, no trajeto entre Macapá e Santana, a partir do pedido de tutela de urgência contra o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros no Estado do Amapá (Setap). Por telefone, o presidente do Setap, Décio Melo, declarou que a equipe jurídica da entidade analisa a medida tomada pelo MPE e verifica o que pode ser feito. De acordo com a ação, o sindicato deixou de cumprir a lei estadual de nº 0824, de 2004, que declara que doadores de sangue têm direito ao passe livre no transporte coletivo intermunicipal. O caso foi ajuizado na sexta-feira (16), pela Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Constitucionais. Para o MP, o Setap fez a suspensão sem amparo legal. “O Setap não pode simplesmente deixar de cumprir a lei por seu próprio critério interpretativo e ‘retirá-la’ do ordenamento jurídico, subtraindo de forma sumária o benefício do passe livre aos doadores de sangue no transporte intermunicipal Macapá-Santana. Esse percurso também é intermunicipal. A proximidade de municípios limítrofes não retira essa condição”, declarou o promotor de Justiça, Paulo Celso Ramos. Ministério Público do Amapá ingressou com ação Divulgação/MP-AP Na ação, a promotoria pede o prazo de 48 horas para que o Setap volte a conceber a gratuidade, sob a pena de multa diária de R$ 100 mil pela suspensão do serviço, e de R$ 2 mil por doador prejudicado. O MP também pede uma audiência de conciliação ou mediação com o sindicato. Segundo o Setap, atualmente quase 1 mil pessoas possuem o cartão de gratuidade. Na época da suspensão, a representação das empresas de ônibus alegou que o benefício era usado irregularmente por usuários, dentro de Macapá, e não foi definido se o governo do Amapá irá custeá-lo. “O uso do doador estava sendo irregular, que tem direito de ir e vir com o cartão somente quando vai doar sangue. Eles estavam usando para atividades diárias, usando o sangue como ‘moeda de troca’. Não somos contra, mas precisamos que isso seja regularizado”, declarou o presidente do Setap. Melo adiantou que vai participar das audiências de conciliação com o MP. “Isso é de muitos anos. Agora a gente vai entrar em acordo com a MP para resolver essa situação. Hoje a tarifa está defasada, a gente convive com transporte pirata e assaltos constantes. É difícil. Vamos consultar o nosso jurídico para saber o que fazer. Pedimos que o ministério nos ajude, também precisa ver nosso lado”, finalizou. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 AP ou por Whatsapp, nos números (96) 99178-9663 e 99115-6081.

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  • De: Flavio Costa-Crato-CE
    Para: Radio Cidade FM

    14/02 19h43

    Olá sou de Bacabal, atualmente estou residindo no Crato-CE. Fico ouvindo a Radio Cidade pra matar a saudade.

  • De: Ana Lucia-Colinas-MA
    Para: Radio Cidade FM

    08/02 00h05

    Estou ouvindo a radio aqui em Colinas-MA.

  • De: Valdemir
    Para: Genival Silveira

    27/01 18h33

    Ligado no jogo BEC X IMP , aqui em Belem torcendo pela vitoria do nosso BEC

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